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sexta-feira, 17 de junho de 2011

AMÉRICA LATINA

A América Latina (em espanhol América Latina ou Latinoamérica, em francês Amérique Latine) é uma região da América onde são faladas primordialmente línguas românicas (derivadas do latim) - particularmente o espanhol, o português e, ocasionalmente, o francês.[3][4] A América Latina tem uma área aproximada de 21,069,501 km², cerca de 3.9% da superfície da Terra, ou cerca de 14.1% da sua superfície terrestre. Em 2008, a sua população estava estimada em mais de 569 milhões de habitantes.
A América Latina compreende a quase totalidade da América do Sul e Central Continental, as exceções são os países sul-americanos Guiana e Suriname e o centro-americano Belize, que são países de línguas germânicas. Também engloba alguns países da América Central Insular (países compostos de ilhas e arquipélagos banhados pelo Mar do Caribe) como Cuba, Haiti e República Dominicana. Da América do Norte, apenas o México é considerado como parte da América Latina.
Os demais países americanos restantes tiveram colonização majoritariamente anglo-saxônica, com exceção de Québec, que é de colonização francesa (portanto, latina) e dos estados do sudoeste dos Estados Unidos, de colonização espanhola, além da Luisiana, que tem colonização francesa.
A América Latina engloba 20 países: Argentina, Bolívia, Brasil, Chile, Colômbia, Costa Rica, Cuba, Equador, El Salvador, Guatemala, Haiti, Honduras, México, Nicarágua, Panamá, Paraguai, Peru, República Dominicana, Uruguai e Venezuela. Ainda na América Latina existem mais 11 territórios que não são independentes, portanto não podem ser considerados países, mas, ainda assim, latinos.
A expressão América Latina teria sido cunhada pelo imperador francês Napoleão III, que citou a região e a Indochina como áreas de expansão da França na metade do século XIX. Deve-se também observar que na mesma época foi criado o conceito de Europa Latina, que englobaria as regiões de predomínio de línguas românicas. Pesquisas sobre a expressão conduzem a Michel Chevalier, que mencionou o termo América Latina em 1836, durante missão diplomática feita aos Estados Unidos e ao México.
Nos Estados Unidos, o termo não foi usado até o final do século XIX, e só se tornou comum para designar a região ao sul daquele país já no início do século XX.
Ao final da Segunda Guerra Mundial, a criação da CEPAL consolidou o uso da expressão como sinônimo dos países menos desenvolvidos dos continentes americanos, e tem, em consequência, um significado mais próximo da economia e dos assuntos sociais.
Convém observar que a ONU reconhece a existência de dois continentes: América do Sul, e América do Norte, sendo que esta última se subdivide em Caribe, América Central e América do Norte propriamente dita, englobando México, Estados Unidos e Canadá, além das ilhas de Saint Pierre et Miquelon, Bermudas e a Groenlândia.
  • As antigas colônias neerlandesas Suriname, as Antilhas Neerlandesas, e Aruba não são habitualmente consideradas partes da América Latina, embora a segunda língua mais falada seja o Papiamento, linguagem de influência ibérica, falada pela maioria de sua população.
  • Às vezes, particularmente nos Estados Unidos, o termo América Latina é utilizado para se referir a todos os americanos ao sul dos EUA, incluindo também países como Jamaica, Barbados, Trinidad e Tobago, Guiana e Suriname onde o idioma não-Romance prevalece.

quinta-feira, 28 de abril de 2011

As origens do Subdesenvolvimento

indicadores socioeconômicos permitem compreender as condições sanitárias, educacionais e econômicas de uma população, devendo ser analisadas em conjunto, a fim de classificarmos os países.
PRINCIPAIS INDICADORES SOCIOECONÔMICOS:
  • Produto Interno Bruto (PIB) – é a soma de bens e serviços produzidos por uma nação no decorrer de um ano, ou seja, quanto maior o PIB, mais rica é a nação.
  • Renda per cápita – é o PIB de um país dividido pelo número de seus habitantes. É apenas uma estimativa média da renda anual de cada habitante.
  • Mortalidade infantil – indica o número de crianças que morrem antes de completar um ano de idade, para cada grupo de 1.000 crianças que nasceram vivas. Quanto maior o índice de mortalidade infantil, pior são condições sociais do país.
  • Expectativa de vida – é a estimativa do tempo de vida que os habitantes de um país deverão ter. É também um valor médio.
  • Escolaridade – mede o grau de instrução da população. Quanto mais tempo de estudo, melhores os indicadores sociais do país.
  • Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) – é considerado o indicador mais amplo e mais completo porque leva em conta inúmeros aspectos. O IDH é uma média de valores que correspondem ao conjunto desses três fatores. Os países podem ser agrupados, assim, em grupos de IDH elevado, médio ou baixo.
AS ORIGENS DO SUBBDESENVOLVIMENTO.
Alguns países enriqueceram à custa do empobrecimento de outros; as diferenças econômicas que existem hoje entre os países. As origens do subdesenvolvimento estão no longo período de dominação política e econômica e no tipo de relação estabelecida entre colônias e metrópoles. As novas nações não conseguiram se livrar totalmente da dependência que tinham, somando-se problemas internos. Como: governos ditatoriais, corrupção, conflitos étnicos, etc.
CARACTERÍSTICAS DO SUBDESENVOLVIMENTO.
· Grandes desigualdades sociais
· Dependência financeira e tecnológica
· Dívida externa
· Balança comercial desfavorável